quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Aula 02 – Esparta – Parte 01

Durante a aula foi levantada uma questão que vale o reforço virtual: a Arete. A Arete grega seria o que chamamos vulgarmente de heroísmo puro – desprendimento da própria essência de vida em prol de uma causa, de uma convicção. As maiores obras e fontes gregas – Ilíada e Odisséia – estão repletas de exemplos. Em Esparta, o maior exemplo é o rei Leônidas – comandante chefe das forças armadas espartanas – renegando uma rendição em nome da honra do Estado:

“Para Esparta só se regressa de duas formas: atrás do seu escudo, como herói, ou em cima dele, como cadáver.”

O item lido e respondido fazia referência à organização política grega, que concentrava o poder nas mãos de uma seleta oligarquia – esparciatas acima de 30 anos necessariamente do sexo masculino. O item, da UnB, tem o seguinte texto:

O Estado espartano, com acentuado caráter militarista, era bastante flexível na hierarquia do exercício de poder.

A afirmação é falsa. Sempre que há uma oligarquia no poder, é difícil se falar em flexibilidade, maleabilidade, no exercício do poder. Periecos e Hilotas não participavam da vida política, bem como mulheres e homens até 30 anos.

Por enquanto, despeço-me por estar deveras exausto da comemoração, mas ainda na quarta-feira hei de postar para as senhoras e para os senhores a letra da música dos Cranberries bem como a poesia lida no final da aula.

Dúvidas?

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