Terça-feira foi minha colação de grau na Universidade de Brasília. O paraninfo da História foi o professor doutor Antônio José Barbosa e, ao fazer suas considerações, ele disse que a História serve de instrumento para que, conhecendo o passado, a compreensão do presente e a transformação do futuro se façam verdades. O bacana é que tais palavras corroboram o que eu havia dito nas palavras de Descartes:
“(...) as ações memoráveis da História o elevam e, lidas com discrição, auxiliam na formação do critério; (...)”.
O exercício lido foi o item 48 do 2º vestibular de 2008 da UnB. O texto dele é o seguinte:
Não há História fora do tempo, da mesma forma que ela não existe sem a ação humana.
Como já respondido em sala de aula, o item está correto. A grande dúvida que surge nesse item está relacionada à Pré-História, visto que em boa parte da mesma não existia o Homo sapiens. Entretanto, o texto diz que não existe História sem a ação humana. Ao pensar em ação humana, damos de cara com a chamada Historiografia – escrita da História.
Se existe a chamada História Natural – dinossauros, por exemplo – é porque existiu um ser humano a escrevendo. Ele não foi agente histórico como são os estudados na Antiguidade, no Medievo, na Modernidade e mesmo na Contemporaneidade, mas através da sua ação da escrita, surgiu a História.
Dúvidas?

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