quinta-feira, 18 de junho de 2009

Senhoras, senhores...

...bom dia! Tudo bem com vocês? Claro que está, não é? Afinal de contas, o Papos Históricos ainda existe.

Sinto-me mal em relação a ele. Não consegui cumprir todas as missões dele. Confesso que o tempo foi corrido, que as aulas de domingo me tiraram um tempo precioso e que a minha vida havia entrado em uma espiral louca ao final do semestre.

Mas ainda vou manter contatos por aqui.

Pretendo reformular o template – fiz esse às pressas – e comentar as provas da UnB. Ainda tenho muitos signos da discorrer sobre e devo abrir espaço, também, para colocar contos mitológicos, folclóricos e afins. Afinal de contas, se na prova passada caiu cinema, é sinal que cultura está em foco.

- Mas, professor! Eu passei nessa prova, disgaçado!

Aí fico ainda mais feliz por você! E, é claro, continuará sendo bem vindo aqui. Esse espaço nunca foi meu. Esse espaço é nosso.

Foi bom estar com vocês, brincar com vocês e, aos que vão e aos que ficam, um excelente dia!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Aula 26 – Entre Guerras

Ao analisar o período Entre-Guerras, temos que ter em mente uma Alemanha falida e uma Itália em frangalhos. Afinal de contas, é desses dois Estados que surgem, respectivamente, Adolf Hitler e Benito Mussolini. Mussolini nasce na Itália e vem de um lar falido. Sua trajetória de vida o leva ao partido marxista e, em 1919, à criação do seu partido de extrema direita – o partido Fascista. O pós-guerra leva a uma Europa falida e medrosa que, somado à crise, põe o Partido Fascista em foco e dá margem que o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães chegue ao poder em janeiro de 1933 na figura do austríaco Adolf Hitler.
Durante três anos Hitler tira o país da lama, mas, entre 36 e 39, o foco nazista vai para os conflitos bélicos. A partir daí, uma Guerra se tornou um triste horizonte.


Fear Of The Dark

I am a man who walks alone
And when I'm walking in a dark road
At night or strolling through the park

When the light begins to change
I sometimes feel a little strange
A little anxious when it's dark

Fear of the dark, fear of the dark
I have a constant fear that something's
always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's
always there

Have you run your fingers down
the wall
And have you felt your neck skin crawl
When you're searching for the light?
Sometimes when you're scared
to take a look
At the corner of the room
You've sensed that something's
watching you

Fear of the dark, fear of the dark
I have a constant fear that something's
always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's
always there

Have you ever been alone at night
Thought you heard footsteps behind
And turned around and no one's there?
And as you quicken up your pace
You'll find it hard to look again
Because you're sure that
someone's there

Fear of the dark, fear of the dark
I have a constant fear that something's
always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's
always there

Fear of the dark,Fear of the dark,
Fear of the dark,Fear of the dark,
singing now singing
Fear of the dark,Fear of the dark,
Fear of the dark,(one more)Fear of the dark,

Watching horror films the night before
Debating witches and folklores
The unknown troubles on your mind
And now your mind is playing tricks
You sense, and suddenly eyes fix
On dancing shadows from behind

Fear of the dark, fear of the dark
I have constant fear that something's
always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's
always there

Fear of the dark, fear of the dark
I have constant fear that something's
always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's
always there


When I'm walking in a dark road
I am a man who walks alone


Medo do Escuro

Eu sou um homem que caminha sozinho
quando eu ando em uma estrada escura
De noite passeando pelo parque

Quando as luzes começam a falhar
Eu algumas vezes me sinto um pouco estranho
Um pouco ansioso quando está escuro

Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho medo constante de que algo está sempre perto
Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho uma fobia de que alguém está ali

Você já correu seus dedos pela parede
E sentiu a pele de sua nuca arrepiar
Quando estava procurando a luz?
Algumas vezes quando você está com medo de olhar
No canto da sala
Você sente que alguma coisa está observando você

Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho medo constante de que algo esteja por perto
Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho uma fobia de que alguém esteja ali

Você alguma vez já esteve sozinho a noite
Pensou ouvir passos atrás de você
E quando virou de costas, não havia ninguém lá?
E a medida que você acelera seu passo
Você acha difícil olhar novamente
Porque você tem certeza de que alguém está ali

Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho medo constante de que algo está sempre perto
Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho uma fobia de que alguém está ali

Assistindo filmes de terror na noite anterior
Debatendo sobre bruxas e folclore
Os problemas desconhecidos na sua mente
Talvez sua mente esteja pregando truques
Você sente, e subitamente seus olhos fixam
Nas sombras dançantes de trás de você

Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho medo constante de que algo está sempre perto
Medo do escuro, medo do escuro
Eu tenho uma fobia de que alguém está ali

Quando estou andando por uma rua escura
Eu sou o homem que caminha sozinho.

Aula 25 – Primeira Guerra Mundial

Essa vai receber um tratamento especial. Vou colocar a aula no YouTube e deixá-la aqui disponível.

Aula 24 – Século XIX

Em nenhuma turma dei essa aula. Na 516 Noturno, ela ficou nas mãos do Tércio; no Intensivo não há tempo para ela e na 516 Matutino ela foi limada devido a três aulas perdidas com Carnaval, Feriado e Simulado. Ainda assim, a reflexão que ela levanta é bacana.
Na Europa, o século XIX é marcado pela Unificação Alemã e todo o mal estar que sua tardia existência causa: revanches, intrigas, disputas. É algo tão tenso que apenas a força de Vitória é capaz de frear – por um breve período de tempo – conflitos armados mais pesados na região.
Na África e na Ásia, o século XIX é marcado pelo neocolonialismo, tema de uma de nossas aulas de domingo, onde essas nações européias agora disputam seus espaços tanto no sentido real quanto abstrato. África do Sul, Índia e China são os melhores exemplos dessa colonização que, ao contrário do que vimos na Idade Moderna, não mais se firma através de um pacto colonial, mas sim com nuvens de influência como a política, a econômica, a cultural e – porque não – a militar também.
No Brasil, o século XIX reflete a elevação do Brasil a Reino Unido, sua independência, o Primeiro Reinado, a Regência, o Segundo Reinado e mesmo a proclamação da República. É época em que Pedro II enfrenta a rainha da Inglaterra e se vê derrotado por uma guerra em que sai vitorioso o Brasil.
É época de Nietzsche e seu Super-Homem. É tempo de Strauss, Beethoven e tantos outros compositores eruditos. É a Belle Époque e sua guerra não declarada; é hora em que o cinema encontra forças para surgir.
Em suma, é um momento deveras conturbado. E aqui, as artes (plásticas e literárias) dialogam conosco. Vertentes artísticas podem ser interpretadas como a cristalização de filosofias. Assim sendo, um mundo onde temos Romantismo, Realismo, Naturalismo, Parnasianismo, Simbolismo e Vanguardas não pode ser considerado, necessariamente, um mundo simples, coeso. Em algum momento, TUDO vai dar errado. Quando? No próximo post. A música programada dessa aula é da banda Aerosmith: Livin’ On The Edge.


Livin' On The Edge

There's something wrong with the world today
I don't know what it is
Something's wrong with our eyes

We're seeing things in a different way
And God knows it ain't His
It sure ain't no surprise

We're livin' on the edge

There's something wrong with the world today
The light bulb's getting dim
There's a melt down in the sky

If you can judge a wise man
By the color of his skin
The mister you're a better man than I

chorus: We're livin on the edge
You can't help yourself from fallin'
Livin' on the edge
You can't help yourself at all
Livin' on the edge
You can't stop yourself from fallin'
Livin' on the edge

Tell me what you think about your situation
Complication-aggravation
Is getting to you

If chicken little tells you that the sky is fallin'
And even if it wasn't would you still come crawlin'
Back again?
I bet you would my friend
Again & again & again & again & again

Tell me what you think about your situation
Complication-aggravation
Is getting to you

If chicken little tells you that the sky is fallin'
And even if it wasn't would you still come crawlin'
Back again?
I think you would my friend
Again & again & again & again

Something right with the world today
And everybody knows it's wrong
But we can tell them no or we can let it go
But I would rather be hanging on

Livin' on the edge
Livin' on the edge
Livin' on the edge
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah, yeah, yeah

Livin' on the edge
You can't help yourself from fallin'
You can't help yourself at all
Livin' on the edge
You can't stop yourself from fallin'
Livin' on the edge
You can't help yourself
You can't help yourself
Livin' on the edge
You can't help yourself at all
You can't help yourself
Livin' on the edge
You can't stop yourself from fallin'
Livin' on the edge


Vivendo No Limite

Há alguma coisa errada com o mundo hoje,
Eu não sei o que é...
Alguma coisa está errada com nossos olhos.

Estamos vendo as coisas de um jeito diferente
E Deus sabe que a culpa não é Dele.
Claro que não é nenhuma surpresa.

Estamos vivendo no limite!

Há alguma coisa errada com o mundo hoje,
A lâmpada está se apagando.
Há uma rachadura no céu.

Se você puder julgar um homem justo
Pela cor de sua pele,
Então, senhor, você é homem melhor que eu.

Estamos vivendo no limite!
Você não pode se livrar da queda
Vivendo no limite, você é incrível
Você não pode se ajudar em nada,
Vivendo no limite,
Você não pode se livrar da queda,
Vivendo no limite

Diga-me o que você pensa sobre sua situação...
Está se complicando, se agravando para você.


Se o Galinho lhe disser que o céu está caindo
E mesmo se não estiver, você ainda assim voltaria em desespero?
Eu aposto que você que sim, meu amigo,
De novo & de novo & de novo & de novo & de novo...


Diga-me o que você pensa sobre sua situação...
Está se complicando, se agravando para você.

Se o Galinho lhe disser que o céu está caindo
E mesmo se não estiver, você ainda assim voltaria em desespero?
Eu aposto que você que sim, meu amigo,
De novo & de novo & de novo & de novo & de novo...

Há alguma coisa certa com o mundo hoje
E todo mundo sabe que é errada,
Mas nós não podemos lhes contar, ou deixar rolar,
Mas eu preferiria ser um aproveitador.

Vivendo no limite,
Você não pode se livrar da queda
Vivendo no limite,
Você não pode se ajudar em nada,
Vivendo no limite,
Você não pode se livrar da queda,
Vivendo no limite...

Vivendo no limite...
Vivendo no limite...
Vivendo no limite...
Sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim...

Vivendo no limite,
Você não pode se livrar da queda,
Vivendo no limite,
Você não pode se ajudar em nada,
Vivendo no limite,
Você não pode se livrar da queda,
Vivendo no limite...

Vivendo no limite,
Você não pode se ajudar,
Você não pode se ajudar,
Vivendo no limite,
Você não pode se ajudar em nada,
Vivendo no limite,
Você não pode se ajudar,
Você não pode se ajudar,
Vivendo no limite,
Você não pode se ajudar em nada,
Você não pode se ajudar,
Vivendo no limite,
Você não pode se livrar da queda,
Vivendo no limite.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Aula 23 – Falência Regencial

Em 1825, uma contenda havia se passado durante o Primeiro Reinado: a Cisplatina havia sido perdida para ela mesma e se tornado o Uruguai. Uruguai esse que, ao longo do segundo reinado, seria um dos pivôs de uma tensa batalha – a Guerra do Paraguai. O Paraguai, país agrário (não era Industrial? Não! Vide Maldita Guerra), viu no Uruguai uma possibilidade fantástica: interromper as navegações Brasileiras caso tal país passasse às suas mãos. Começou a apoiar o Partido Blanco, liderado por Aguirre e, com medo de perder seu acesso à Bacia do Prata, o Brasil passa a apoiar o Partido Colorado. Após a vitória brasileira e alguns navios naufragados, a Guerra se faria presente – sem apoio da Inglaterra, vale lembrar.
A Guerra dura seis anos e, visto que o Paraguai era um país fraco, a duração incomoda os brasileiros e a popularidade do imperador decai. O declínio seria acentuado ao longo de bailes do exército quando o Imperador trajaria roupas da marinha brasileira. Tais fatores somados à crise escravista que culminaria com o fatídico maio de 1888 aceleraram o processo que, em 1889, depôs o Imperador e iniciou uma República no Brasil.
A música utilizada foi Todo Carnaval Tem Seu Fim, do grupo Los Hermanos. Segue a letra:


Todo Carnaval Tem Seu Fim

Todo dia um ninguém josé acorda já deitado
Todo dia ainda de pé o zé dorme acordado
Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia
Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado
De que o dia insiste em nascer
Mas o dia insiste em nascer
Pra ver deitar o novo

Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada
Toda Bossa é nova e você não liga se é usada
Todo o carnaval tem seu fim
Todo o carnaval tem seu fim
E é o fim, e é o fim

Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz

Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco
Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco
Toda escolha é feita por quem acorda já deitado
Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado
E pinta o estandarte de azul
E põe suas estrelas no azul
Pra que mudar?

Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz

Gabarito - 3º simulado

81. C. O movimento, em sua vertente cultural, retorna as influências greco-latinas.
82. C. Ambos são considerados artistas renascentistas, seja na pintura, seja na arquitetura, seja na poesia.
83. C. Dentre os mecenas mais influentes do Renascimento estão a Família Médici.
84. C. O Feudalismo atinge, em maior ou menor grau, boa parte da Europa. Entretanto, o modelo feudal denso estudado corresponde à realidade francesa, e não à Europa inteira.
85. C. Ninfas e dríades são seres mitológicos até estão “esquecidos”.
86. E. Medidas como a proibição do ócio também apontam para o desenvolvimento da Democracia.
87. C. Sarney foi o presidente que congelou os preços, arrouxou os salários e levou o país a uma de suas mais altas inflações.
88. E. Durante a ditadura militar, Sarney já era Senador Biônico.
89. C. As mudas de seringueira plantadas pelos ingleses na Malásia tinha maior produtividade.
90. E. O pau-brasil não foi lucrativo e não pertence à colônia, mas sim à pré-colônia.
91. C. Martim Afonso de Sousa, que já tinha experiência no plantio da erva na ilha de Madeira, a trouxe para o Brasil.
92. E. 90% da região era formada por pedras.
93. C. A pólis desviada o dinheiro do tesouro para aplicar em sua cidade.
94. C. Esparta levou a melhor na disputa.
95. E. Na batalha de volta, Atenas acaba sendo a vencedora.
96. C. Outrora cidade-Estado, Roma muito mantinha da antiga colonizadora.
97. E. Júlio César jamais foi Imperador de Roma.
98. C. A falta de terras para avançar sucateia o sistema guerra-saque-escravo romano.
99. C. Os dórios, exímios guerreios, deixam esse legado à cidade que colonizam: Esparta.
100. C. Graças a ele, Portugal passou a reunir estudiosos e curiosos em navegação.
101. E. A Escola de Sagres jamais existiu como instituição de ensino.
102. C. A Escola de Sagres, vista como lenda, como a reunião que ocorria na vila de Sagres, popularizou instrumentos como a bússola e o astrolábio.
103. C. Em 1128, D. Afonso Henrique declarava o Condado Portucalense Estado independente e autônomo.
104. C. O Brasil, para muitos, era visto como um purgatório: um lugar para pagar os pecados. É o caso dos degredados.
105. E. Cristãos novos eram os judeus recém-convertidos.
106. C. Muitos cristãos novos vinham para o novo mundo com o intuito de fugir da perseguição católica.
107. C. Diga-se de passagem, as mulheres prometidas que por ventura não acabassem casando, viravam prostitutas.
108. C. A população praticamente permaneceu estável. Só com o ciclo aurífero é que o boom populacional ocorre.
109. E. A parceria foi rompida quando a Espanha assumiu o trono de Portugal.
110. C. Em ambas, a Espanha tenta tomar o trono português. Na segunda vez, ela consegue.
111. C. Após resolvidas as crises, as duas dinastias portuguesas acabam sendo apontadas como linhagens imperiais.
112. C. Lutero é o iniciador dos movimentos protestantes.
113. C. Ambos citados contribuem para a criação de novas igrejas.
114. C. A Igreja Anglicana acaba sendo uma incentivadora da Revolução Industrial.
115. E. A Igreja Católica, em um primeiro momento, se fecha cada vez mais chegando até a reabrir o Tribunal do Santo Ofício.
116. C. Cabia aos jesuítas a missão de trazer mais almas e números para a Igreja.
117. E. Para o romano sem terras ser acolhido, ele se prendia ao dono da terra através de um laço servil.
118. C. A Igreja católica, ao longo da Idade Média, mantém a ordem, a calma e o tempo parado.
119. C. Tal ato demonstra a supremacia da Igreja face à nobreza.
120. C. Se as florestas não fossem abertas, não haveria comida para os servos e suas famílias.