segunda-feira, 23 de março de 2009

Aula 08 – Renascimento Cultural

Antes de mais nada, peço desculpas pela demora em atualizar o blog. Essa semana, com o simulado, meu tempo ficou menor do que costuma ser. Assim sendo, darei aqui um feedback e, na semana santa, posto textos para complementar o assunto.
Em 1327, uma nova estética literária e plástica surgia na Europa. Fruto de encontros com muçulmanos e da decadência dos sistemas coletivos Feudais, o Renascimento será a veia de transição da Baixa Idade Média para a Idade Moderna.
Contará com figuras fantásticas como Leonardo da Vinci e Petrarca; Donatelo e Boccaccio; Rafael e Michelangelo. Um movimento que surge como a caracterização da classe ascendente – a burguesia – e que ganha também a Igreja com seus belos quadros, afrescos e painéis.
Wonderwall, do Oasis, foi a música escolhida por duas razões: o amor expressado – pontapé inicial do Renascimento – e pelos primeiros versos em que se diz que tudo voltará naquele dia. Tudo? Sim, tudo. Toda a herança clássica retornaria e escrevia uma nova Europa.

Abaixo, a letra de Wonderwall e a poesia de Petrarca lida em sala de aula. Com mais tempo, coloco as regras de etiqueta de Leonardo da Vinci bem como algumas pinturas comentadas.


Wonderwall

Today is gonna be the day
That they're gonna throw it back to you
By now you should've somehow
Realized what you gotta do
I don't believe that anybody
Feels the way I do about you now

Backbeat, the word was on the street
That the fire in your heart is out
I'm sure you've heard it all before
But you never really had a doubt
I don't believe that anybody
Feels the way I do about you now

And all the roads we have to walk are winding
And all the lights that lead us there are blinding
There are many things that I would like to say to you
But I don't know how

Because maybe
You're gonna be the one that saves me
And after all
You're my wonderwall

Today was gonna be the day
But they'll never throw it back to you
By now you should've somehow
Realized what you're not to do
I don't believe that anybody
Feels the way I do about you now

And all the roads that lead you there were winding
And all the lights that light the way are blinding
There are many things that I would like to say to you
But I don't know how

I said maybe
You're gonna be the one that saves me
And after all
You're my wonderwall

I said maybe
You're gonna be the one that saves me
And after all
You're my wonderwall

I said maybe
You're gonna be the one that saves me
You're gonna be the one that saves me
You're gonna be the one that saves me


Muro das Maravilhas

Hoje será o dia
Que eles vão jogar tudo de volta em você
Por enquanto você já deveria, de algum modo,
Ter percebido o que deve fazer
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto por você agora

Andam dizendo por aí
Que o fogo no seu coração apagou
Tenho certeza que você já ouviu tudo isso antes
Mas você nunca tinha uma dúvida
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto por você agora

E todas as estradas que temos que percorrer são tortuosas
E todas as luzes que nos levam até lá nos cegam
Existem muitas coisas que eu
Gostaria de te dizer
Mas não sei como

Porque talvez
Você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é minha protetora

Hoje seria o dia
Mas eles nunca vão jogar aquilo em você
Por enquanto você já deveria, de algum modo
Ter percebido o que você não deve fazer
Não acredito que ninguém
Sinta o mesmo que eu sinto
Por você agora

Todas as estradas que levam a você até lá são tortuosas
Todas as luzes que iluminam o caminho nos cegam
Existem muitas coisas que eu gostaria de te dizer
Mas não sei como

Eu disse:
Talvez você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é minha protetora
Eu disse:
Talvez você vai ser aquela que me salva
E além do mais
Você é minha protetora
Eu disse: Talvez
você vai ser aquela que me salva
você vai ser aquela que me salva
você vai ser aquela que me salva


Em que belo reino

Em que belo reino, em que bela esfera radiosa
A Natureza achou o modelo de onde traçou
A imagem deslumbrante que nos mostra
Aqui na terra o que ela no céu forjou?

Que ninfa das fontes, que dríade ocultou
Nos bosques as tranças douradas que lançou
Aos ventos? Que coração essas virtudes conheceu?
Mas a sua principal virtude com a minha morte se fortaleceu

Busca em vão a beleza celeste, aquele
Que jamais contemplou os seus olhos perfeitos,
Olhos de um azul vívido, de um brilho ardente

Não sabe o que o Amor cede e nega;
Só sabe quem sabe quão docemente
Ela fala e ri, e quão doces são os seus suspiros.

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