À sombra de Júlio César, pode ser vislumbrado aquele que foi outrora o maior Império do Ocidente. Mais do que a vida de César – marcada por escândalos e pelo fortalecimento da Plebe –, sua morte, ao contrário dos falecidos irmãos Graco, é extremamente representativa e serve de gancho para Otávio Augusto tomar em suas mãos o poder na alcunha de César Augusto.
CÉSAR AUGUSTO. Esse é o nome que tem que estar em suas mentes.
CÉSAR – Referência à Júlio. É a forma de manter a idéia do ídolo em cada imperador. César, após a morte de Júlio, se torna um TÍTULO DE NOBREZA.
AUGUSTO – Referência à divindade do Imperador. Augusto indica a escolha dos deuses em relação àquele homem no governo de Roma.
Roma é expansionista. Roma é escravista. Roma é alienadora. Roma é opulenta. As quatro vertentes aqui se combinam para gerar a lógica da cidade, calcada em guerras, em grandes espetáculos e em distribuição de esmolas estatais.
O Império é imponente, é grande, mas é como um “homem musculoso com pernas finas”. É forte, mas não se mantém em pé. Alto como era, entra em uma decadência longa, de dois séculos. É a decadência com elegância, que dará origem à Idade Média.

Um comentário:
Olá =]
Passando só dizer o quanto suas aulas têm me ajudado \o/
Sinceramente,são as únicas aulas que quando acabam, eu fico triste..kkk
P.S:Sua postagem do Dia da Mulher foi linda, até minha mãe quis ler O.o"
[516 Sul, Matutino]
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